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Capítulo 6 |
As migrações sucessivas
Durante a formação das civilizações, observamos que enquanto as civilizações hindu e egípcia se consolidaram relativamente rápido, a civilização ariana teve um percurso mais longo. Os arianos, originários da Ásia, começaram a sua jornada migratória através dos planaltos da Pérsia e do Irã, moldando o que mais tarde seria a família indo-europeia. Esse longo processo, com o passar dos séculos, moldou sua trajetória evolutiva e influenciou profundamente a Europa. Relatos históricos confirmam que as migrações arianas influenciaram a formação de várias etnias e culturas europeias.
A ausência de notícias históricas
A falta de documentação sobre os arianos primitivos pode ser atribuída ao caráter revoltado e desiludido de muitos desses povos, que estavam mais focados em suas próprias inquietações do que na preservação da tradição. Os arianos, em sua busca por novas terras e experiências, não deixaram vestígios significativos de uma religião ou história oral, o que contrasta com outros povos que registraram suas crenças e práticas. Historiadores e estudiosos frequentemente notam essa ausência de registros sobre os primeiros arianos, corroborando a dificuldade em traçar uma linha direta de continuidade histórica.
A grande virtude dos ários europeus
Apesar da revolta e da dureza dos arianos, o Cristo não os abandonou. Em sua missão, os emissores de Cristo ajudaram esses povos a se dividirem e se estabelecerem na Europa, desde o Peloponeso até a Rússia. As tribos arianas, ao se misturarem com os povos nativos, criaram as bases para futuras civilizações. Documentos e estudos arqueológicos demonstram que, ao assimilarem os aborígenes, essas tribos contribuíram para a formação das primeiras estruturas políticas e econômicas da Europa.
O Mediterrâneo e o Mar do Norte
Com o passar do tempo, fenômenos geológicos ajudaram a definir os limites da civilização ariana na Europa, como o Mediterrâneo e o Mar do Norte. O Cristo enviou emissários para suavizar a revolta dos arianos e auxiliar na reconstrução espiritual e cultural. Registros históricos e descobertas arqueológicas mostram como esses povos começaram a adotar novas crenças e práticas religiosas, como os cultos celtas aos carvalhos e as devoções germânicas ao fogo.
Os nórdicos e os mediterrâneos
O confronto entre os nórdicos e os mediterrâneos gerou uma longa série de conflitos, cujas raízes remontam aos primórdios da história europeia. Essas rivalidades, que marcaram a divisão entre Germanismo e Latinidade, explicam em parte as tensões históricas entre essas regiões. Estudos históricos e pesquisas sobre conflitos antigos corroboram essa divisão e ajudam a entender as rivalidades persistentes.
Origem do racionalismo
Os arianos europeus, em sua formação primitiva, mostraram uma tendência ao racionalismo e à ciência, o que explica seu desenvolvimento em áreas práticas e tecnológicas. A falta de uma base religiosa forte foi compensada por um avanço significativo nas ciências e na razão. Análises acadêmicas e históricas confirmam que o racionalismo e a busca por conhecimento foram características marcantes dos arianos e suas contribuições para a ciência moderna.
As advertências do Cristo
Finalmente, a missão de Cristo, através de suas advertências e orientações, visava elevar os arianos ao nível espiritual necessário para um progresso global. Apesar de suas falhas e desafios, os esforços dos arianos foram reconhecidos e amparados pelo Cristo, que garantiu a sua contribuição para a civilização futura.
Em suma, a trajetória dos arianos na Europa é uma rica tapeçaria de evolução, desafios e transformações. A compreensão desses aspectos, tanto históricos quanto espirituais, nos ajuda a apreciar a complexidade e a importância do desenvolvimento humano e espiritual ao longo dos séculos.

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