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Fundação de Roma e os etruscos: No início da história da Itália, dividida entre a Gália Cisalpina e a Magna Grécia, os espíritos sob a orientação de Jesus projetaram a fundação de Roma, que se tornou um ponto central na evolução da humanidade. Nesse período, os etruscos habitavam o Vale do Pó, sofrendo invasões constantes dos gauleses. Eram um povo trabalhador, inteligente e avançado em diversos campos como a metalurgia e a agricultura, com uma cultura espiritual que incluía a crença na vida após a morte. Descontentes com as invasões, decidiram fixar-se em Roma, ajudando a construir a futura grande cidade a partir de suas humildes origens.
Primórdios de Roma: Roma, inicialmente um pequeno vilarejo, cresceu com a chegada dos etruscos, que trouxeram suas experiências e conhecimentos. Junto às tribos latinas, os etruscos foram os principais responsáveis pela construção das primeiras instituições romanas, criando uma cidade próspera e trabalhadora. Quando a lenda de Rômulo surgiu, Roma já era uma cidade em crescimento, embora os mitos tenham embelezado sua história com fantasias sobre os deuses e heróis.
Influências decisivas dos etruscos: As influências etruscas foram fundamentais para a formação da Roma antiga. Personalidades como Tarquínio Prisco e Sérvio Túlio, ambos de origem etrusca, trouxeram grandes reformas, como a construção da Cloaca Máxima e a divisão da sociedade em classes baseadas em posses financeiras. O espírito religioso dos etruscos, centrado em deuses e superstições, influenciou fortemente a alma popular romana, com cultos familiares e o surgimento do Colégio dos Pontífices, que mais tarde deu origem ao Papado romano.
Patrícios e plebeus: Após o fim da monarquia etrusca, a República Romana foi instituída, governada por magistrados patrícios assistidos pelo Senado. Contudo, a opressão dos plebeus pelos patrícios gerou revoltas, como a retirada para o Monte Sagrado. A mediação de Menênio Agripa, com a parábola dos membros e do estômago, trouxe os plebeus de volta à cidade sob condições. Essa revolta culminou em conquistas importantes, como a Lei Canuleia, que permitiu o casamento entre patrícios e plebeus, e a Lei Ogúlnia, que conferiu direitos religiosos aos plebeus.
A família romana: A família romana era uma instituição central, marcada pelo respeito à mulher e pela responsabilidade do homem para com seus descendentes e antepassados. Durante o auge de Roma, a família simbolizava as virtudes heroicas e os valores morais elevados. Contudo, com o tempo, Roma sucumbiu aos abusos de poder e à corrupção, perdendo a pureza de suas tradições familiares e mergulhando em decadência.
Guerras e a maioridade terrestre: Com o passar do tempo, a expansão militar de Roma começou a corroer os valores familiares e espirituais que a tinham sustentado. A cidade passou a focar-se em conquistas territoriais, guiada por uma ambição desmedida. Apesar do desenvolvimento do Direito Romano e da organização familiar, que marcaram um avanço espiritual, Roma se desviou das oportunidades oferecidas pelo Plano Invisível, optando por espalhar seu poder por meio da força militar, levando à conquista do mundo conhecido, como demonstrado nas Guerras Púnicas e na dominação do Oriente.
Nas vésperas do Senhor: À medida que Roma se expandia militarmente, no plano espiritual, Jesus e seus emissários se preparavam para uma nova era de luz. As entidades angélicas começaram a agir nos bastidores, organizando a vinda do Evangelho, que traria uma mensagem de amor e verdade. Enquanto o Império Romano alcançava seu auge, o nascimento de Cristo na manjedoura marcou o início de uma nova fase espiritual para a humanidade, simbolizada pela "noite silenciosa, noite santa", que traria esperança e renovação para o mundo.

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